21 julho 2014

21 julho 2014

E por aí vai...



Quase sumi de novo, hehe. Meus últimos dias foram cheios e só agora, quase duas da manhã, consegui tempo pra postar aqui. Vou só falar um monte de baboseira e vocês comentem se quiserem, tá? Aliás, obrigada por terem comentado tanto nos últimos posts, não esperava.

Sabe quando os dias passam e a gente percebe que não tem feito nada pra melhorar a vida? Tenho me sentido um monte de merda ultimamente. Tenho passado muito mal e chamado o hospital de segunda casa e o pouco tempo que tenho livre, finalizo jobs mil que na verdade não parecem acabar nunca. Tem sido uma luta pra não me estressar com os prazos, porque stress só piora minha condição.

Sempre me sinto feliz à noite e péssima durante o dia. Eu sei que a maioria de nós tem isso, mas eu queria fazer parte da minoria. Dói muito não conseguir encarar algumas horas acordadas enquanto o sol está alto. Faz com que eu também queira estar, se é que vocês me entendem. A vida não tem sido nada fácil e eu nunca me senti tão sozinha antes, mas tenho tentado me fazer entender que posso usar esse vazio como um recomeço e isso sempre me conforta.

Recomeços deveriam mesmo ser reconfortantes, mas na maioria das vezes só fazem doer. Eu não tô mais na idade (velhona) de recomeçar. Eu quero criar raízes. Com alguém, em um só lugar. Arranjar um emprego que eu ame como a Leslie Knope ama o dela. Poder dizer sem pensar quem são as 5 pessoas que mais confio na vida (só consigo pensar em 2). Bancar um apartamento pequenininho, mas onde ninguém me perturbe. Encontrar alguém que não me faça sentir descartável quando a minha maior dificuldade na vida já é me aceitar como sou.

Quero demais. Eu sei, nem nego. Quero o que todo mundo quer e o que é mais difícil de conseguir. Simplicidade é difícil, que irônico. Minhas expectativas sempre são muito altas, pra tudo que faço. Isso me incomoda e me desespera, porque parece que nunca vou aceitar só o que tiver. Sempre vou querer mais e ficar louca por isso. É coisa do ser humano isso de sempre querer mais, mas eu vejo pessoas que se contentam com a boa vida que levam e eu gostaria de ser uma delas. De ter problemas, mas não me descabelar como faço. De começar alguma coisa e levar adiante porque ninguém pode fazer o que tenho feito nos últimos anos - parar tudo que começo. Eu estava bem forte até algumas semanas atrás, queria poder dizer que não sei o que houve, mas eu sei bem.

Tô falando bastante e indo a lugar nenhum, então vou fazer um link com o próximo quadro, Fábião (vocês têm assistido Tudo pela Audiência? Espero que sim, porque, se não, não vão entender minhas referências) e mostrar minha pequena viagem com a Dani, do Mimimi e Fofurices. Ela gravou um vlog lá, então vou deixar o link pra vocês. É bem mais legal ver esse vídeo do que ler mais quatro parágrafos sobre minha vida, eu garanto.


Até mais, galeura! :)



3 comentários:

Anônimo disse...

Tudo vai melhorar, continue tentando linda!

Jéssica Bellisoni em 22/7/14 disse...

Você estar se esforçando pra se manter com a cabeça no lugar e pensando em mudar coisas que não tem te agradado nos último ttempos já um grande passo pra que tudo fique bem, né?!

Fique firme aí!
Beijos
A Mente Transborda

Giullia Santos em 31/7/14 disse...

Incrível como quase tudo que tu escreve eu me identifico. Ah e tenho assistido Tudo pela Audiência também hahaha essa Tatá é vida, meu deuss hahah e não sei se adianta ou se ajuda, mas essas fases ruins passam e, no final, a gente sempre tira alguma lição de tudo isso \: Beijos

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